O que é que eu vou fazer com essa tal ansiedade?

Por Jessica Cayres

Em 2 de Janeiro de 2016

O dicionário define esse estado como “grande mal-estar físico e psíquico, aflição ou agonia”. Quando controlada, a ansiedade nos estimula à ação, mas o contrário, infelizmente, é mais comum.

Os sintomas da ansiedade, embora aparentemente inofensivos, são tantos que, juntos, são capazes de provocar catástrofes emocionais. As consequências podem incluir pânico, insônia, angústia e desconforto. Em casos mais severos, a doença nos causa gastrite, úlceras, colites, taquicardia, hipertensão, alergias, transtornos e fobias.

O fato é que, em maior ou menor escala, todos sofremos desse mal. Isso se deve em boa parte à tecnologia, que, por mais que tanto nos ajude, também nos tornou imediatistas demais. Temos tudo na palma da mão, inclusive os problemas que criamos quando tudo parece tranquilo. É importante lembrar, porém, que não há registro de que preocupações tenham reduzido o impacto de catástrofes.

Se você, assim com eu, ou como o Alexandre Pires, também sofre desse mal, eu sugiro ocupar a mente com coisas práticas. Se não há solução, solucionado está – não é à toa que dizem: “cabeça vazia, oficina do diabo”. É claro que nossas preocupações serão, de certa forma, diretamente proporcionais aos nossos problemas, mas devemos também ter consciência de que, na maioria das vezes, a ansiedade terá sido em vão.

Quando esse nó no estômago aparecer, vire o jogo. Encare o embrulho como uma oportunidade de execução. Familiarize-se com o problema. Abrace o desafio. Mude a trilha sonora da sua vida. Olhe nos olhos da dificuldade e diga: vem, meu amor, não faz assim, você é tudo aquilo que sonhei pra mim.

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