A matemática do amor.

Por Jessica Cayres

Em 20 de Abril de 2016

Sentimentos exatos?

As ciências exatas não parecem ter muita afinidade com os sentimentos. Mas, quando o assunto é o amor, a Física até abre exceção para dois corpos ocuparem o mesmo lugar no espaço. Para isso acontecer, não é novidade, precisa haver Química também. E a Matemática, por sua vez, tem até uma equação para nos ajudar na busca pelo par ideal.

Nós que somos “de humanas”, acompanhamos horóscopos, fazemos promessas impossíveis, confiamos nas novenas e até colocamos os pobres dos santos afogados de cabeça para baixo em copo d’água. Nada mal que, enfim, as coisas possam ser resolvidas pela praticidade dos números, não é mesmo? Mas alto lá! Muita calma nesse cálculo.

Se você está interessado neste “macete”, saiba que a fórmula para encontrar a pessoa da sua vida existe sim. A técnica é, teoricamente, simples: consiste em descartar os primeiros 37% dos parceiros, para que, em seguida, se tenha o par perfeito. No entanto, não tão prática quanto parece, essa estatística equivale ao valor total de parceiros tidos ao longo do tempo.

Isso mesmo: considerando todas as pessoas com quem nos relacionamos ao longo da vida, estudos comprovam que está ali no primeiro terço a nossa alma gêmea. A parte boa é que sempre há um chinelo velho para um pé torto. A parte ruim, se pararmos para analisar, é muitas vezes acabamos por seguir a vida e dispensar o nosso amor para testar os outros 63%.

É, estava bom demais para ser verdade! Mas ainda que os nossos relacionamentos não sejam tão certos quanto a área de um cubo, por exemplo, fica a lição de que sempre existe coisa pior que logaritmo. No amor e na Matemática, paciência e atenção são regras de ouro.

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